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    “CBPM e In the Mine Convidam” discutiu mineração com a bolsa de Toronto

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    Representantes de algumas das maiores mineradoras baianas estiveram reunidos na manhã da última quarta-feira, 07, com o diretor da bolsa de valores de Toronto (TSX), Guillaume Legaré, e com o secretário Alexandre Vidigal, do Ministério de Minas e Energia, para debater as vantagens e oportunidades de entrada em um mercado que movimentou R$ 650 milhões em 2019. O encontro se deu durante o evento online CBPM e In the Mine convidam.

    A íntegra do evento está disponível no Youtube da CBPM, em https://bit.ly/youtubecbpm.

    Ao abrir o evento, o presidente da CBPM, Antonio Carlos Tramm, celebrou a “casa cheia” na Live. Para Tramm, a atração de investimentos na bolsa de valores pode ser a saída para acelerar o desenvolvimento da mineração baiana.

    Legaré mostrou que a bolsa de valores do Canadá é a terceira maior do mundo. O mercado latino-americano, segundo em valores movimentados, soma 23% das transações, e totalizou 1,6 bilhão de dólares em 2019.

    Já o secretário Vidigal defendeu que o Brasil tem empresas e profissionais plenamente qualificados para disputar de igual para igual com outros países. Cabendo ao governo fazer a sua parte em garantir uma regulamentação sólida, o que leva a um ambiente estável e promissor para o setor.

    Um dos exemplos de sucesso com a entrada no mercado de Toronto foi trazido pelo diretor de operações da Mineração Caraíba, Manoel Valério. Segundo ele, a capitalização promovida pela canadense Eron Copper possibilitou a reabertura da empresa em 2016. Hoje a mina emprega mais de 3000 pessoas.

    Paulo Misk, presidente da Largo Resources, destacou durante sua fala que a empresa só existe hoje graças à abertura de capital bem sucedida. Em 2009 a empresa levantou aproximadamente um terço do valor necessário para implantação na TSX.

    O presidente da Bamin, Eduardo Ledsham, lembrou da necessidade de estabilidade jurídica e previsibilidade no mercado de mineração. Segundo Ledsham, o investidor precisa se sentir seguro a respeito das questões burocráticas e de licenciamento para que a capitação de investimentos flua com mais facilidade.

    Milson Mundim, da Appian Capital, falou da importância do capital de risco para as atividades de pesquisa mineral, primeira fase para implantação de qualquer empreendimento em mineração. Mundim elogiou o papel da CBPM, que atua na etapa de pesquisa mineral com objetivo de trazer investimentos para a Bahia.

    O evento foi conduzido pela editora da revista de mineração In the Mine, Tébis Oliveira, e contou também com a presença do diretor do WWI no Brasil, Eduardo Athayde.

    Por Assessoria de Comunicação

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