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    Mercado interno opera perto da estabilidade em meio a preocupações com a crise hídrica; dólar se valoriza ante a maioria das moedas emergentes
    A terça –feira amanhece com o mercado interno temendo a crise hídrica e monitorando a definição do valor do reajuste da bandeira vermelha 2 de energia elétrica, cujo é o destaque da agenda de hoje. Além disso, a agenda traz o IGP-M de junho, governo central de maio e arrecadação federal de maio.

     

    Os investidores internos ainda seguem pessimistas com a proposta da reforma tributária entregue na semana passada, a qual propõe uma nova taxação sobre os Fundos de Investimento Imobiliário (Fiis) e sobre os dividendos.

     

    Em relação ao mercado acionário local, a tendência é que o índice Ibovespa opere sem muita força devido a fraqueza dos futuros de NY, queda dos preços das commodities e alta dos juros dos Treasuries de longo prazo.

     

    No momento, o índice futuro do Ibovespa está operando perto da estabilidade e sobe apenas 0,04%, enquanto o dólar futuro sobe 0,17%.

     

     
    Futuros de NY operam entre perdas e ganhos após os juros dos Treasuries subirem nesta manhã 
    No mercado externo, os índices futuros das bolsas de Nova York estão operando entre perdas e ganhos, enquanto os juros dos Treasuries estão subindo, revertendo a queda obtida ontem. Às 7h17, no mercado futuro, o Dow Jones subia 0,13%, enquanto o S&P 500 recuava 0,03% e o Nasdaq caía 0,13%.

     

    O rendimento da T-note de 10 anos avançava a 1,4808%, de 1,4710% no fim da tarde de ontem. O DXY avançava 010%, aos 91,982 pontos, de 91,887 pontos.

     

    Na Europa, as bolsas estão subindo, com os investidores esperando a divulgação de novos dados econômicos do continente. Às 7h15, a Bolsa de Londres subia 0,45%, enquanto a de Paris avançava 0,46% e a de Frankfurt se valorizava 0,65%. O euro caía para US$ 1,1910, de US$ 1,1928 no fim da tarde de ontem em Nova York. A libra recuava para US$ 1,3857, de US$ 1,3877.

     

    Na Ásia, as bolsas fecharam em baixa nesta terça, com os investidores preocupados com a variante delta do coronavírus. O Nikkei caiu 0,81% em Tóquio, enquanto o Hang Seng recuou 0,94% em Hong Kong, e o sul-coreano Kospi se desvalorizou 0,46% em Seul.

     

    Na China continental, o dia também foi de perdas: o Xangai Composto cedeu 0,92%, e o menos abrangente Shenzhen Composto registrou queda de 0,91%.

     

    Na Oceania, o S&P/ASX 200 recuou 0,08% em meio à adoção na Austrália de lockdowns motivados pela covid-19. Às 7h15, o dólar estava em 110,56 ienes, de 110,61 ienes no fim da tarde de ontem.

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