A descarbonização está evoluindo de um compromisso com a sustentabilidade para uma metodologia estratégica que incorpora tecnologia, eficiência e circularidade aos projetos nos setores de mineração, indústria, energia e infraestrutura.
Para áreas estratégicas no Brasil, o desafio já não é apenas estabelecer metas de redução de emissões, mas introduzir a variável carbono na tomada de decisões e na gestão ao longo de todo o ciclo de vida de um ativo. Hoje, isso tornou-se fundamental para tornar projetos competitivos, eficientes e resilientes.
A experiência global demonstra que avançar rumo a operações de baixo carbono pode gerar benefícios ambientais e econômicos, simultaneamente.
Os relatórios de sustentabilidade da Arcadis referentes a 2025 mostram uma redução de 64% nas emissões de escopo 1 e 2 em comparação com 2019, além de avanços na eletrificação da frota global, que alcançou 43% de veículos elétricos ao final do ano. Em 2025, houve ainda uma redução de 21% no impacto de carbono associado às viagens de negócios.
À medida que as exigências de sustentabilidade avançam, o diferencial competitivo passa a estar na capacidade de introduzir o carbono às decisões de projeto desde o início. Isso permite desenvolver ativos mais preparados para os desafios de uma economia com baixa emissão.
Em 2025, a Arcadis avaliou o impacto de carbono em mais de 100 bilhões de euros em capital associado a projetos de clientes, identificando aproximadamente 2,86 milhões de toneladas de CO₂ equivalente em emissões evitadas, o que representa uma redução média de 37%.
O fato é que a transição para uma economia Net Zero é uma das maiores transformações do nosso tempo.
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