A Gerdau encerrou o segundo trimestre de 2026 (2T26) com Ebitda ajustado de R$ 3,4 bilhões, margem de 19,2% e lucro líquido ajustado de R$ 1,5 bilhão, refletindo principalmente o forte desempenho da operação na América do Norte e a recuperação gradual dos negócios no Brasil.
Entre abril e junho, a receita líquida da companhia alcançou R$ 17,9 bilhões, enquanto as vendas físicas de aço somaram 2,9 milhões de toneladas.
Segundo o CEO da Gerdau, Gustavo Werneck, a melhora dos resultados no Brasil decorre da estratégia de readequação dos ativos para aumentar a rentabilidade e a produtividade, em um cenário ainda impactado pela concorrência de importações consideradas desleais de aço.
No período, a empresa investiu R$ 1 bilhão em CAPEX. Desse total, 44% foram destinados à manutenção e 56% à expansão e modernização tecnológica. Para 2026, o plano de investimentos permanece estimado em R$ 4,7 bilhões.
De acordo com o CFO Rafael Japur, a companhia prevê importantes entregas no segundo semestre, entre elas a ampliação da produção de minério de ferro em Miguel Burnier (MG) e o início das operações do Centro de Reciclagem de Pindamonhangaba (SP), projetos voltados ao aumento da competitividade da operação brasileira.
A Gerdau também anunciou o pagamento de dividendos. A Gerdau S.A. distribuirá R$ 0,23 por ação, totalizando R$ 451,3 milhões, no dia 11 de setembro. Já a Metalúrgica Gerdau S.A. pagará R$ 0,11 por ação, equivalente a R$ 145,5 milhões, em 14 de setembro. Terão direito aos proventos os acionistas com posição em 19 de agosto de 2026.
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O post Gerdau lucra R$ 1,5 bi no 2T26 e reforça investimentos de R$ 4,7 bi em 2026 apareceu primeiro em Revista Mineração.


